Muito bom dia, blog querido!
Ah...me “perder” em Paris foi delicioso!
Ontem, peguei o mapa da cidade , fiz o traçado que pretendia fazer e saí. Eram 9 da manhã! Numa só pernada , fui daqui do 12 arrondissement até a praça da Bastilha em 20 minutos! De lá, seguindo ainda pela rue Saint Antoin e em 20 minutos, cheguei até a rue de Rivoli,que me conduz até o Hotel de Ville (a prefeitura de Paris) .
Aí é que tudo vira uma “perdição”. A gente não sabe o que olhar primeiro! Se as pessoas, os prédios, as curiosidades, as livrarias, sentar num café e ficar observando tudo. Tem gente do mundo inteiro. Ainda que estejamos globalizados, é perfeitamente possível identificar a origem de cada estrangeiro, na forma como se vestem e comportam. Também eu devo ter revelado as minhas origens pelo meu jeito de ser.
Fiquei entrando e saindo em muitos prédios que me aparentavam ser interessantes de ver, e quando voltava à calçada, nem sempre sabia para que lado estava caminhando, até .chegar em algum ponto da rua que eu já tinha visto ou entrado, para me aperceber que deveria ir para a direção contrária.
Perto do meio dia entrei na BHV. (http://www.bhv.fr/) que é um imenso magazine, com tudo que se imagina , passando por livraria, informática, foto, etc. Decidi que meu almoço seria na cafeteria desse magazine que de cafeteria tem muito pouco, pois tem todo o tipo de serviço: desde o convencional almoço até um lanche rápido.
Aí, talvez eu tenha revelado este meu jeito brasileiro, pois me peguei num baguete de queijo, tomate e atum, com uma coca-light e sentei-me num estofadinho que tinha um puf ao lado da mesa. Não tive dúvida, ergui as pernas,descansei meus pés sob o puf e confortavel
mente recuperei-me da caminhada matinal. Mas, percebi que as pessoas me olhavam de forma diferente quando viam a cena. Montei o tripé de minha máquina, para fazer a foto aí ao lado, ao que muitos olharam com mais surpresa ainda. Não demorou muito tempo, uma senhora que estava próximo a mim, numa mesa ao lado, tb ergueu suas pernas para o merecido descanso, e um senhor que estava a minha esquerda (depois soube que era de Londres) também fez um auto retrato, mas sem o uso do tripé, pois sinalizou-me que achou ótima a minha idéia de auto registrar momentos tão especiais de uma viagem. Espero, querido diário, não ter envergonhado nenhum brasileiro com minhas atitudes. Somos um povo livre e fazemos tudo o que essa liberdade nos permite fazer, isso é claro, dentro do que julgo permissível.
Já estou com muitos livros comprados.Pelo menos três são do ensino básico do Alemão. O interessante , querido diário, é que estes vão ajudar-me a reforçar o que já sei de Francês , pois as explicações são nesse idioma.
E chegamos ao dia da dispersão. É um sentimento nostálgico tão forte, ficando difícil de descrever. Nas últimas duas semanas formamos uma grande família: os laços de fraternidade que tivemos durante e
sse curto espaço de tempo é tão significativo que passa-nos a impressão de estarmos juntos desde tempos remotos.
O jantar de despedida, ontem , foi mesmo em grande estilo, me aprontei cedo e fui para o jardim de inverno do hotel, esperar os demais colegas de Grand Tour, onde fiz este auto retrato.
O casal Englert, não participou, pois já havia seguido para Londres.As manifestações de satisfação,alegria e expectativas , tanto da administração quanto dos passageiros, durante o evento, foram de satisfação pelo sucesso de mais este Grand Tour.
Hoje pela manhã já saiu um grupo de 6 pessoas para a Rússia, outros vão para a Bélgica, Holanda. Umas 16 pessoas estão voltando para o Brasil , hoje à noite. Enfim, há mesmo um sentimento de fim de festa que às vezes é desconfortável.
Bom, chega de papo, agora vou sair pra me “perder”de novo por aí. O meu embarque pra Londres é só as cinco da tarde e agora são 9 da matina! Vamodenovo?
Ah...me “perder” em Paris foi delicioso!
Ontem, peguei o mapa da cidade , fiz o traçado que pretendia fazer e saí. Eram 9 da manhã! Numa só pernada , fui daqui do 12 arrondissement até a praça da Bastilha em 20 minutos! De lá, seguindo ainda pela rue Saint Antoin e em 20 minutos, cheguei até a rue de Rivoli,que me conduz até o Hotel de Ville (a prefeitura de Paris) .
Aí é que tudo vira uma “perdição”. A gente não sabe o que olhar primeiro! Se as pessoas, os prédios, as curiosidades, as livrarias, sentar num café e ficar observando tudo. Tem gente do mundo inteiro. Ainda que estejamos globalizados, é perfeitamente possível identificar a origem de cada estrangeiro, na forma como se vestem e comportam. Também eu devo ter revelado as minhas origens pelo meu jeito de ser.
Fiquei entrando e saindo em muitos prédios que me aparentavam ser interessantes de ver, e quando voltava à calçada, nem sempre sabia para que lado estava caminhando, até .chegar em algum ponto da rua que eu já tinha visto ou entrado, para me aperceber que deveria ir para a direção contrária.
Perto do meio dia entrei na BHV. (http://www.bhv.fr/) que é um imenso magazine, com tudo que se imagina , passando por livraria, informática, foto, etc. Decidi que meu almoço seria na cafeteria desse magazine que de cafeteria tem muito pouco, pois tem todo o tipo de serviço: desde o convencional almoço até um lanche rápido.
Aí, talvez eu tenha revelado este meu jeito brasileiro, pois me peguei num baguete de queijo, tomate e atum, com uma coca-light e sentei-me num estofadinho que tinha um puf ao lado da mesa. Não tive dúvida, ergui as pernas,descansei meus pés sob o puf e confortavel
Já estou com muitos livros comprados.Pelo menos três são do ensino básico do Alemão. O interessante , querido diário, é que estes vão ajudar-me a reforçar o que já sei de Francês , pois as explicações são nesse idioma.
E chegamos ao dia da dispersão. É um sentimento nostálgico tão forte, ficando difícil de descrever. Nas últimas duas semanas formamos uma grande família: os laços de fraternidade que tivemos durante e
O jantar de despedida, ontem , foi mesmo em grande estilo, me aprontei cedo e fui para o jardim de inverno do hotel, esperar os demais colegas de Grand Tour, onde fiz este auto retrato.
O casal Englert, não participou, pois já havia seguido para Londres.As manifestações de satisfação,alegria e expectativas , tanto da administração quanto dos passageiros, durante o evento, foram de satisfação pelo sucesso de mais este Grand Tour.
Hoje pela manhã já saiu um grupo de 6 pessoas para a Rússia, outros vão para a Bélgica, Holanda. Umas 16 pessoas estão voltando para o Brasil , hoje à noite. Enfim, há mesmo um sentimento de fim de festa que às vezes é desconfortável.
Bom, chega de papo, agora vou sair pra me “perder”de novo por aí. O meu embarque pra Londres é só as cinco da tarde e agora são 9 da matina! Vamodenovo?
3 comentários:
Ivete: muito obrigada pelos teus relatos. Deverias publicar um livro pois teu estilo é muito agradável. Assim acompanhei a viagem de vocês. Agora posso dizer, pois consegui ampliar as tuas fotos: és mesmo muito bonita também por fora, já que o teu interior deixaste transparecer nos escritos. Bjs. e uma ótima estada em Londres. Valéria
Puxa Ivete, vou sentir falta de ler teu blog. Chegava em casa, cansada, cabeça cheia e logo ia me divertir! Ler teu blog acompanhando esta bela viagem , ilustrada por lindas fotos,foi durante as duas últimas semanas meu lazer preferido. BJS e boa viagem a Londres!
Não envergonhaste nenhum brasileiro. O que fizeste foi contagiar as pessoas ao teu redor. Viste como nossas atitudes são vistas e acompanhadas pelos outros?? É com atitudes livres e saudáveis que faremos um mundo melhor. bjs
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